Em fim-de-semana que se adivinha com chuva e trovoada, aqui fica, pelo Coro de Câmara de Setúbal na sua anterior formação de Coro Misto (gravação de 2006), Esconjuro - Contra as Trovoadas de Fernando Lopes-Graça.
sábado, outubro 30, 2010
Esconjuro contra as trovoadas
Em fim-de-semana que se adivinha com chuva e trovoada, aqui fica, pelo Coro de Câmara de Setúbal na sua anterior formação de Coro Misto (gravação de 2006), Esconjuro - Contra as Trovoadas de Fernando Lopes-Graça.
quinta-feira, julho 15, 2010
Vai-te, vai-te Pescador!
Em tempo de calor, sabe ainda melhor recordar esta canção. Trata-se de "Demo", uma canção Tradicional Açoriana, com arranjo para coro a capella do jovem compositor Nuno Côrte-Real. O CCS, ainda na sua formação de coro misto, cantou esta peça em 2004, aquando da sua participação no Festival de Coros de Olhão.
Como imagem de fundo, roubei esta belíssima fotografia de José Branco, recolhida no seu blogue "Um dia, uma foto". Sim, porque a canção é tradicional dos Açores, mas fala de pescadores e de sardinhas, bem podia ser Setubalense...
Demo
(Tradicional Açoriana)
Vai-te, vai-te pescador!
Vai à pesca da sardinha!
Bendito seja o Senhor!
Que guia a nossa barquinha
Vai à pesca da sardinha
O barco que vou remando
Vai para os lados do Norte
O meu amor vai guiando
Para nos dar boa sorte!
Vamos ver a caravela
Segue pró mar
Nossa Senhora vai dentro
E os anjos a remar
Vai-te, vai vai-te Pes-pescador!...
VAI-TE, VAI-TE PESCADOR!!!
sexta-feira, dezembro 18, 2009
Pretty Home
Eta uma das peças que irá ser apresentada no próximo Domingo, na Igreja de Santa Maria (Sé), pelas 18h, pelo Coro de Câmara de Setúbal. Esta peça foi gravada ao vivo no concerto do passado dia 12 de Dezembro pelo João Estanislau, que tem efectuado a captação sonora dos nossos concertos, prestando-nos um apoio de enorme qualidade É solista neste espiritual, Pretty Home, Ana Filipa Melro.
segunda-feira, setembro 21, 2009
Firmeza
"Sem frases de desânimo nem complicações de alma", aqui deixamos uma das Canções Heróicas de Fernando Lopes-Graça, interpretada pelo Coro de Câmara de Setúbal e pelo pianista Nuno Batoca, no passado dia 14, na X Tertúlia Bocagiana. O poema é de João José Cachofel.
sábado, julho 04, 2009
Ay mi Dios...
A entrada dos sopranos faz mesmo juz ao título da peça, mas de resto nem está muito mal...
Com dedicatória especial ao Aurélio, claro!
domingo, fevereiro 22, 2009
Antes ou depois?...
sábado, janeiro 03, 2009
Encore do Concerto de Natal 2008
Já que ninguém aceitou o desafio para descobrir a nota errada no Natal d'Elvas, perdendo assim a oportunidade de ganhar o Porsche que tínhamos como prémio surpresa, tentem lá descobrir quem é que diz "in nomine ieius"...
terça-feira, dezembro 30, 2008
Natal Português
Como prometido, aqui vão as três peças portuguesas cantadas pelo CCS no concerto de Natal. A primeira foi composta por Eurico Carrapatoso, e as outras duas são melodias tradicionais harmonizadas por Raul Avelãs... que por sinal, tem uma reclamação a fazer. Parece que há uma nota errada, nos segundos sopranos, no Natal de Elvas... alguém descobre onde é?..
segunda-feira, dezembro 29, 2008
Mais Natal pelo CCS
Aqui seguem mais dois excertos do concerto de Natal realizado pelo Coro feminino do CCS no passado dia 13 de Dezembro: "Wolcum Yole" e "Deo Gratias".
Obrigada à Cláudia E. (mais uma vez!)
Para os próximos dias prevê-se a divulgação das peças portuguesas..
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Outros Natais...
Esta peça foi composta pelo compositor inglês Ralph Vaughan Williams (1872-1958) e está contida na obra Hodie - Fantasia on Christmas. Foi interpretada pelo CCS no concerto de Natal em 2004, numa altura em que o Coro de Câmara era um bocadinho menos... de câmara..
segunda-feira, setembro 15, 2008
Manuel Maria Barbosa du Bocage
Manuel Maria Barbosa du Bocage nasceu em Setúbal, no dia 15 de Setembro de 1765 e morreu em Lisboa, no dia 21 de Dezembro de 1805. A sua cidade natal presta-lhe homenagem, dedicando-lhe este dia como Dia da Cidade e Feriado Municipal.

Gravura por Joaquim Pedro de Souza, cerca de 1868, buril e água-forte.

Já se afastou de nós o Inverno agreste
envolto nos seus húmidos vapores;
a fértil Primavera, a mãe das flores
O prado ameno de boninas veste:
Varrendo os ares, o subtil nordeste
Os torna azuis; as aves de mil cores
Adejam entre Zéfiros, e Amores,
E toma o fresco Tejo a cor celeste:
Vem, ó Marília, vem lograr comigo
Destes alegres campos a beleza.
Destas copadas árvores o abrigo:
Deixa louvar dar corte a vã grandeza:
Quanto me agrada mais estar contigo
Notando as perfeições da Natureza!